Trabalho, saúde e segurança — Por um Mato Grosso melhor.
Empresário, ex-secretário de Obras e mecânico de máquinas pesadas — Milton Baldin chegou ainda menino ao norte de Mato Grosso e construiu a vida entre Juruena e Sinop. Agora quer levar essa experiência de trabalho para a Assembleia Legislativa.
Nascido em Dois Vizinhos, no Paraná, Milton ainda era criança quando a família chegou a Mato Grosso, na década de 1980, para se estabelecer em Juruena — uma cidade pequena cravada no meio da floresta. Vindo de uma família de agricultores, cresceu na lavoura e, ainda jovem, foi para Cuiabá em busca de trabalho.
Foi na capital que se especializou em máquinas pesadas, área em que construiu toda a sua trajetória profissional — de mecânico a dono da própria oficina. O trabalho o levou a Sinop, cidade que se tornou sua segunda casa depois do casamento. Mas Juruena, diz ele, sempre foi e continua sendo o seu lugar.
Hoje, aos 59 anos, casado, cristão e sem filhos, Milton descreve a si mesmo como uma pessoa caseira, que gosta de animais e está sempre por perto quando a comunidade precisa de ajuda — seja no Rotary Clube de Juruena, seja nas festas do interior. É dali, do chão de fábrica e da lavoura, que decidiu colocar seu nome à disposição de Mato Grosso.
Da caserna ao tribunal, do tribunal ao púlpito — a linha do tempo de quem chega à política depois de já ter servido Mato Grosso de várias formas.
Vindo de uma família de agricultores de Dois Vizinhos, no Paraná, muda-se ainda criança com os pais para Juruena, cidade pequena erguida no meio da floresta mato-grossense.
Atua na Prefeitura de Juruena, sua primeira experiência em gestão pública municipal.
Muda-se para Cuiabá e passa a trabalhar na Turim Máquinas Pesadas, onde se especializa no ramo que marcaria toda a sua carreira.
Assume a função de mecânico sênior na Cotril Máquinas Pesadas e, anos mais tarde, abre a própria oficina de máquinas pesadas e terraplenagem.
Vai à capital federal em apoio a manifestações de caminhoneiros e é detido, ficando dez dias sob custódia da Polícia Federal.
Tem as contas bloqueadas e usa tornozeleira eletrônica por dois anos, período em que presta serviço comunitário, conclui curso determinado pela Justiça e paga multa. Seu processo é arquivado.
Livre e com o processo encerrado, filia-se ao NOVO e coloca seu nome à disposição para representar Mato Grosso na Assembleia Legislativa.
Experiências diferentes que se somam em uma única direção: construir com as próprias mãos.
Cresceu numa família de agricultores, primeiro no Paraná e depois no norte de Mato Grosso, em Juruena.
Nos anos 1990, atuou na Prefeitura de Juruena — sua primeira experiência com gestão pública municipal.
Mais de duas décadas no ramo, da Turim à Cotril Máquinas Pesadas, em Cuiabá, até abrir a própria oficina.
Empreendeu no ramo de máquinas pesadas e terraplenagem, sempre em Mato Grosso, entre Cuiabá, Sinop e Juruena.
Milton já caminha com Mato Grosso nas mobilizações pelo Brasil e no diálogo direto com lideranças e imprensa da região.
Três prioridades construídas a partir da experiência de quem já viveu — no campo e na oficina — os problemas que quer resolver.
IPVA mais justo — cobrança proporcional do imposto, aliviando o bolso de todo mato-grossense que depende do veículo para trabalhar.
Fila de espera de até 30 minutos na saúde — meta para acelerar consultas e cirurgias de quem depende do SUS.
"É assim que pretendo conduzir minha vida pública, para que a sociedade menos favorecida possa ter a quem pedir ajuda."
Palavra que Milton faz questão de repetir com frequência em sua comunicação.
Compromisso com resultado, construído ao longo de décadas de trabalho e empreendedorismo.
Tratamento igual para quem trabalha, seja no campo, na cidade ou na oficina.
Atendimento digno para a população que depende do sistema público.
Estrutura e efetivo para proteger quem vive no norte e noroeste de Mato Grosso.
Menos burocracia para quem produz e movimenta a economia do estado.
A pré-candidatura de Milton Baldin é feita com o apoio de quem acredita em um Mato Grosso mais justo, trabalhador e seguro. Cada contribuição ajuda a levar essa mensagem mais longe — do norte ao noroeste do estado.
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